Pare de culpar o cafezinho! Se o dinheiro não para na sua conta a culpa é sua!

Eu não sei você, mas eu tenho dó do Cafezinho. Ruth (da Ruth e Raquel, lembra?) Carminha, Darth Vader e outros vilões que não me vêm à mente no momento, não são nada se comparados ao pobre coitado do Café sempre apontado como um personagem “do MAL”, o carrasco do orçamento. Resolvi entrar em defesa do cafezinho  nosso de cada dia e provo que não é ele quem está acabando com o seu salário.

Não sou um monstro!

Você já deve ter ouvido algum economista dizendo a seguinte frase na Tv ou em algum jornal:

Não são apenas os grandes gastos que precisam ser controlados, o cafezinho também tem que entrar na conta. De pouquinho em pouquinho, aquele cafezinho do meio da tarde ou depois do almoço pode provocar um desastre no orçamento.”

Venho a público desvendar o mito por tras dessa constatação. O Café, minha amiga, não tem culpa nenhuma. Ele faz do seu almoço um momento de descontração, relaxa, aumenta a sensação de bem estar, estimula, acorda, ajuda a emagrecer e além disso tudo é gostoso. Escurece os dentes? Sim. Mas escova depois e tá tudo certo.

VILÃO OU MOCINHO?

Culpar o café é fácil, mostrar quais são os outros pequenos valores do dia a dia é que é difícil. E sabe porque? Porque não sou eu, o fulano ou o ciclano quem tem que dizer o que precisa sair do seu orçamento.

Imagine a situação:

Jucilene toma um café expresso todos os dias após o almoço na firma e paga R$3,80 por uma xícara. Trabalhando de segunda a sexta ela terá investido R$76,00 no final do mês e R$912,00 ao final de um ano em café. É muito? Depende. A Jucilene se sente tão mais disposta depois de tomar o santo Cafezinho que já conseguiu até uma promoção como reconhecimento pela proatividade.

Mas acontece que a mesma Jucilene não resistia ao suco natural durante as refeições, o que acrescentava R$5,50 na conta final de cada almoço. Quando parou pra pensar a respeito dos pequenos gastos do dia a dia que estavam pesando no orçamento, ela não teve dúvida. Tirou o suco. Uma nutricionista já havia comentado que comer e beber ao mesmo tempo não era um bom hábito e além disso ela nem sentia prazer tomando aquele suco, mas a garçonete perguntava e ela aceitava.

Conclusão: Jucilene economizou R$1.320,00 em um ano deixando de tomar o suco que não fazia a menor diferença e não precisou abrir mão do café que alegra as suas tardes.

Pra mim e para a Ju (Jucilene) o café deve ser uma das últimas coisas a ser riscada do orçamento. Se a situação estiver realmente difícil e as dívidas estiverem se acumulando, aí sim todas as gorduras devem ser colocadas na balança e deixadas de stand-by durante um tempo. Depois que a situação se estabilizar, procure dar mais valor aos hábitos de consumo que agregam qualidades à vida.

Mas atenção:

O café é importante para a minha rotina mas pode não ser para a sua. Eu apenas usei este exemplo porque muita gente pode dizer “ah, eu não tomo café, então não tenho nada pra cortar”.

Desculpa, mas é mentira. 


TAREFA NUMERO 1

Faça uma avaliação de tudo o que comprou nas últimas quatro semanas. Pode ser um brinco do camelô, um pastel gorduroso ou uma calça jeans exatamente igual à todas que você já tem e mesmo assim não usa. Sempre há um ralo pra onde vai o seu dinheiro e tampá-lo é uma tarefa sua.

TAREFA NUMERO 2 

Descubra o que te faz feliz e batalhe pra não ter que ficar sem.

Se você acha que este post pode ajudar mais alguém a se conscientizar sobre o valor dos pequenos gastos, compartilhe o link!

Recadinho da Sara

Curta a página no face pra ficar bem informado sobre o mundo das finanças clicando aqui

E seja feliz!

#mepoupe

Me Poupe! no seu email

Cadastre-se, é na faixa!

Nathalia Arcuri

Sou a Nathalia Arcuri, poupadora por opção, jornalista por profissão e especialista em finanças pessoais por vocação.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *