7 dicas pra alcançar a independência financeira

Por parceiro de conteúdo

independência financeiraNo mês em que se comemora a Independência do Brasil, resolvemos te lembrar de outra conquista importante que você deve ficar atento: a independência financeira. O aplicativo GuiaBolso lançou uma campanha neste início de setembro listando os 7 passos para que você conquiste a sua. Mas vamos voltar uma casa…

 

Afinal, o que cargas d’água é independência financeira?

O tema é associado a vários assuntos: economia, negócio próprio, equilíbrio do orçamento, gastos sem acumular dívidas, riqueza, entre outros.

Em finanças pessoais, costuma-se dizer que é independente financeiramente quem tem um orçamento equilibrado e reservas suficientes para viver delas se for o caso, sem depender de um trabalho!

independência financeira
LIBERDADE, MEU BEM! UHULL!

Este mundo pode parecer muito distante, mas saiba que nem tanto. Não é preciso ser rico para ter esse planejamento. O próprio canal Me Poupe já falou um pouco sobre o tema. Aqui há um simulador para ver quanto você precisa guardar por mês para ter a sua independência e aqui há um teste para checar quão distante você está desta sombra e água fresca.

Você pode estar em diferentes fases desta independência financeira e para melhorar o estágio basta fazer escolhas inteligentes para o seu dinheiro. Sabe aquela história de abrir mão de alguns consumos no presente, parar de pagar juros altos, sair da velha (e pouco rentável) caderneta de poupança e começar a se imaginar daqui 30 anos? Então, comece a pensar sobre isso. Mas vamos aos passos…

independencia financeira me poupe passinho
SE LIGA NO PASSINHO!
1. Organize-se!

Os 7 passos para a independência financeira começam com uma dica que parece simples, mas que é essencial: a organização das contas e gastos em uma planilha. Você sabia que muitos brasileiros superestimam o salário em 8%? Ao pensar na renda, a maioria se lembra do salário bruto e não tem ideia de quanto é descontado de imposto e encargos todos os meses.

Se com a renda já temos uma ideia errônea de quanto ganhamos, o que dirá dos gastos? Não saber quanto se gasta por mês implica, invariavelmente, em descontrole financeiro, uma vez que a despesa pode superar o ganho e assim fazer com que a conta fique no vermelho. As consequências não param por aí. Para cerca de 55 milhões de pessoas (quase um em cada quatro brasileiros), essa conta não anda fechando e o resultado foi a inadimplência.

Para equilibrar os dois lados dessa balança e atingir a independência financeira, a saída é fazer uma planilha e esta pode ser manual (no caderno, Excel, Google Docs e apps manuais), ou seja, você tem de anotar tudo o que gasta e ganha, ou automática, com o aplicativo GuiaBolso.

2. Entenda pra onde seu $ está indo

Após fazer a planilha você terá a visão macro de quanto está gastado. Agora é a hora de colocar a mão na massa e somar todas as categorias e ver quanto está indo pra cada grupo de despesa. Mas como saber se está gastando muito ou pouco em uma categoria? Temos uma regra prática, a 50-15-35.

Do total da sua renda, cerca de 50% deveria estar em gastos básicos, como moradia, educação e alimentação. Outros 15% são para as prioridades financeiras: se você tem dívidas, esse é o porcentual para pagá-las; se não tem, é o dinheiro que deveria estar sendo investido. Lembrando que aqui os 15% é o porcentual mínimo. Se você tem capacidade de guardar mais dinheiro para quitar as dívidas ou investir, faça isto. Os últimos 35% são para estilo de vida, aqueles gastos que podem ser dispensados em uma necessidade, mas que no dia a dia te proporcionam prazer, como passeios, viagens, compras, etc.

O que queremos dizer aqui é que ninguém precisa passar necessidade  pra conseguir economizar. Basta saber dosar cada categoria de gasto.

(saiba como economizar sem deixar de viver neste vídeo FOFO)

definição-de-objetivos-e-metas3. Crie metas

Agora que você já sabe onde está é hora de definir onde quer chegar. Ou seja, é a hora de sonhar longe e criar metas. Nesta tarefa, temos algumas dicas. A primeira é ser objetivo. Não crie uma meta de “ser rico”, mas pense em juntar seis meses de salário para ter uma reserva de emergência, para começo de conversa, ou começo de poupança. Além disso, faça metas reais, que você sabe que com mudanças no hábito de consumo você conseguirá cumprir. O que queremos dizer é: se você ganha R$ 2 mil e não tem nada guardado não adianta fazer uma meta de viver de renda daqui 3 meses porque não vai rolar. Além disso, os planos mudam ao longo dos anos. Se daqui uns meses você ver que precisa de mais dinheiro (ou menos para realizar seu plano) ou mesmo mudar a cidade onde quer comprar a casa, por exemplo, não hesite em sentar e rever o objetivo.

4. Faça um planejamento

Agora que você sabe onde quer chegar, liste o passo a passo. Se precisa economizar R$ 1 mil por mês, de onde você pode tirar essa grana? O que você consegue cortar das categorias que havia listado no passo 2?

Outra dica: se o tempo é ocioso, a grana curta e a meta grande considere ter uma renda extra. Isso pode vir de atividades comuns, como vender bolos, trufas e outros quitutes, ou de aplicativos como o DogHero, onde você se inscreve para hospedar cachorros enquanto os donos viajam (S2). Veja algumas opções de renda extra aqui.

É pra ir a luta, ouviu?
É pra ir a luta, ouviu?
5. Execute

Mãos na massa! E para atingir sua meta a primeira dica é fugir do acúmulo de parcelas no cartão. Elas podem parecer pequenas, mas quando se juntam viram um monstro, às vezes, impagável. Opte sempre eu puder pelo pagamento à vista.

E para não ter surpresas no orçamento já coloque naquela sua planilha algumas despesas pontuais, mas que são previsíveis. Exemplo: rematrícula do filho, IPTU, IPVA, seguro do carro ou da casa, etc. Some tudo e divida por 12. Assim você já sabe quanto tem que guardar por mês pra essas despesas, além, é claro, da economia que já tem destino certo, a sua meta do passo 3.

Por último, incorpore o hábito de comparar preços à sua rotina. Você vai ver que bela economia vai conseguir. A tecnologia, novamente, pode te ajudar. Apps como o GetNinjas permitem que você compare preços desde cabelereiros até pedreiros. Fizemos uma lista com alguns sites e aplicativos que são úteis nessa hora.

6. Faça boas escolhas nos investimentos

Importante! Não adianta nada você guardar dinheiro e deixar tudo na velha e tradicional caderneta de poupança. Provavelmente, se você for bem disciplinado, sua terceira geração vai conseguir viver de renda da caderneta. Por isso, se informe. Aproveite cada fase do mercado para investir melhor o seu dinheiro. Atualmente, por exemplo, a taxa de juros no brasil está alta, o que torna as aplicações em renda fixa interessantes. E essa pode ser em CDBs, LCIs ou, no queridinho do mercado, Tesouro Direto. Veja aqui o passo a passo pra investir no Tesouro Direto todo mês.

7. Evite o efeito sanfonaobesos_okok

Se você leu a frase acima e se lembrou da dieta, é isso mesmo. Sabe quando você atinge a meta e relaxa? Isso não pode acontecer nas suas finanças. Uma vez que se planejou e alcançou o que queria, crie outro objetivo, torne a planilha ou aplicativo o melhor amigo do seu bolso. Os ganhos que isso te trará farão tudo valer à pena!

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Este texto foi produzido pela equipe do Guia Bolso, parceiro do Me Poupe! na disseminação gratuita da educação financeira.  

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Nathalia Arcuri

Sou a Nathalia Arcuri, poupadora por opção, jornalista por profissão e especialista em finanças pessoais por vocação.

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